Jornalismo baiano perde a sensibilidade de Gabriela Rossi

Com profunda tristeza o Sinjorba comunica e lamenta a morte da colega Gabriela Rossi, nesta sexta-feira, 8 de janeiro, após intensa batalha contra o câncer. Seu corpo será velado no Campo Santo, na manhã desse sábado, dia 9, a partir das 7h, com cremação às 10h.

Muito querida por todos que a conheceram, Gabriela era dessas pessoas cuja alma suave cativava. Profissional ativa e atenta, sabia separar bem a agitação das redações, os prazos e a lida diária com a informação, da necessidade de tratar bem os colegas e as fontes, sem se deixar afetar no trato com as pessoas. Sempre tinha uma palavra de otimismo e isso trazia paz a todos que desfrutaram de sua companhia.

Guerreira amorosa, desdobrava-se por suas filhas, de quem – entre uma pauta e outra -, falava sempre com alegria e orgulho. Esse traço de quem valoriza a família era sua marca também com seu companheiro e mais um grande número de amigos que, quando mais próximos, também viravam família.

Formada pela Facom (UFBA), Gabriela teve passagem profissional pelos principais jornais de Salvador, até dedicar-se com maior ênfase às assessorias de imprensa, especialmente na área médica. Quem teve o privilégio da convivência sabe do zelo, do compromisso e da ética como pessoa e como profissional que era.

O jornalismo baiano perde hoje uma capacidade ímpar de sensibilidade e dedicação. Os amigos perdem um exemplo de acolhimento e afeto. Todos sabemos, entretanto, que, por toda luz que foi capaz de criar e compartilhar aqui, sua jornada seguirá iluminada e iluminando os novos caminhos a serem percorridos.

Que no plano da luz, Yashay (seu nome no caminho do autoconhecimento) possa se reconectar definitivamente com suas raízes, no reencontro com sua família universal.

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