O Sindicato dos Jornalistas da Bahia — SINJORBA — expressa o seu grande pesar pelo passamento, ontem (6.01), em Salvador, aos 87 anos, do jornalista Gilson Nascimento Reis, nascido a 13 de abril de 1938.
Poeta, Gilson era dono de um texto de estilo leve e límpido. “Como a própria pessoa que ele era: um sujeito sereno, uma pessoa doce e um ser humano solidário”, rememora o jornalista, publicitário e escritor Marcelinho Simões, que militou no Jornal da Bahia, quando Gilson exerceu a função de chefe dos copidesques, à época dos embates históricos entre o JBa e o governador Antônio Carlos Magalhães —nomeado, em 1970, pela ditadura militar e cuja obsessão era fechar o jornal fundado por João Falcão.
Gilson Nascimento também integrou os quadros da Secretaria de Comunicação do Governo da Bahia, sendo um dos principais auxiliares do então secretário Fernando Vita, jornalista e também egresso da redação do Jornal da Bahia. “Se Gilson era a paz,
Vita era a tempestade, ‘esporreteando’ quando chegava à redação do jornal”, conta, aos risos, Simões.
A Cerimônia do Adeus ao jornalista Gilson Nascimento ocorre daqui a pouco (7.01) no Cemitério do Campo Santo, sala 3, às 10h (o velório se iniciou às 7h).



